Lince – conversor para a nova ortografia
junho 21, 2010 em Educação, Software por admin
O Lince é uma ferramenta de apoio à implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa que converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão. Esta ferramenta pode ser descarregada do portal da Língua Portuguesa em http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lince . A aplicação é grátis e de distribuição livre.
E-Dicionário de Termos Literários
junho 21, 2010 em Educação por admin
O projecto de um E-Dicionário de Termos Literários pretende recolher o maior número possível de termos técnicos em uso nas teorias da literatura, na crítica literária, nos textos académicos, nas bibliografias específicas dos estudos literários e culturais.
Possui uma base terminológica de cerca de 1700 entradas, incluindo remissões, e abrange um elevado número de termos actuais e mesmo não dicionarizados ainda em nenhuma outra língua. Inclui também muitos termos estrangeiros que fazem parte da linguagem técnica da literatura, que no mundo lusófono se utilizam de forma variada.
Este espaço é editado e organizado por Carlos Ceia e é um projecto de investigação produzido por uma equipa de mais de cem professores e investigadores portugueses e brasileiros, foi iniciado em 1997 e evoluiu, a partir de 2005, para esta edição electrónica, ainda em construção, sob a coordenação de Carlos Ceia, professor e investigador da Universidade Nova de Lisboa, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.
O e-Dicionário inclui apenas termos técnicos, excluindo entradas de autores.
Este projecto não tem qualquer tipo de apoio institucional ou editorial e é da exclusiva responsabilidade do seu organizador, que disponibiliza na Internet o seu conteúdo gratuitamente.
Exploração didáctica de contos e outras narrativas de autores portugueses.
junho 21, 2010 em Educação por admin

No site do Instituto Camões existe uma área/recurso com o título “Aprender” onde se apresentam contos e pequenas narrativas. Aí podem aceder e explorar de forma didáctica contos e outras narrativas de autores portugueses.
Vejam em http://cvc.instituto-camoes.pt/aprender-portugues/a-ler/contos-e-pequenas-narrativas.html
Um estudo interessante
junho 15, 2010 em Educação por admin
O professor da Universidade do Minho Ivo Domingues avançou com um projecto de investigação para perceber qual a verdadeira dimensão do “copianço” nas escolas portuguesas e deparou-se com uma realidade assustadora: “No ensino superior a predisposição para copiar é quase universal”.
O estudo realizado em 2006 veio revelar que três em cada quatro estudantes universitários copiam. “E fazem-no em qualquer disciplina, desde que precisem e possam”, sublinha o sociólogo à agência Lusa.
A investigação – “O copianço na universidade: o grau zero na qualidade” – demonstrou que existia uma espécie de “carreira escolar” no mundo da cábula: “90 por cento dos que diziam copiar já o faziam anteriormente” e alguns tinham começado “logo na primária”.
Se cabular é um hábito generalizado, rapazes e raparigas distinguem-se na hora de definir uma técnica: as alunas têm mais tendência para trocar informações entre si, “de forma mais solidária”, enquanto eles o fazem “de modo mais autónomo”.
Ivo Domingues detectou ainda que “tendencialmente os alunos que querem copiar são os primeiros a chegar à sala de aula, para escolher os lugares que os colocam mais na zona de sombra do olhar e da atenção do professor”. Mas há alunos que copiam na “linha da frente”.
As novas tecnologias são cada vez mais usuais nas salas de aula, mas não fizeram desaparecer os métodos mais tradicionais de “copianço”.
“As cábulas podem ser colocadas em canetas, bolsos, nas próprias provas do exame, nos tampos das mesas, até aos métodos mais sofisticados como máquinas de calcular ou telemóveis”, diz Ivo Domingues.
Auscultadores ocultos pelos cabelos e “ligações telefónicas do interior da sala para o exterior” são outras técnicas enumeradas pelo investigador e divulgadas na Internet.
A Lusa encontrou um site onde um anónimo de Braga vendia um “kit de espionagem adaptado para copiar nos exames” por 300 euros. No youtube surgem vídeos que ensinam técnicas sofisticadas como reproduções dos rótulos das garrafas de coca-cola, onde as informações em letrinhas brancas são substituídas por matéria.
Na Internet, há também salas de conversação onde se trocam experiências de vida: “Já usei telemóvel e pergaminho no bolso da casaca”, ironiza um ex-aluno, enquanto noutra sala alguém recorda os tempos em que se usavam os “relógios Cásio com máquina de calcular”.
Conhecendo-se as técnicas, porque é que os professores não actuam mais? Ivo Domingues lembra que alguns “desvalorizam os efeitos negativos do copianço” e outros querem prevenir conflitos.
“Na identificação do ato de copiar o professor corre riscos, porque se pode enganar e o aluno não estar a copiar ou ser confrontado com a recusa do aluno em reconhecer que estava a copiar, obrigando-o a ter de o provar em público”, explica.
Os professores sabem que estão sozinhos nesta ‘guerra’. Entre os estudantes existe uma espécie de “código de conduta”, um pacto de silêncio, porque para eles o “copianço” não é uma prática ilícita.
in publico online 14-06-2010“Três em cada quatro alunos copiam e alguns começam os “treinos” na escola primária”
Como aproveitar a internet nas línguas
junho 14, 2010 em Educação por admin
Nas minhas navegações pelo mundo da internet encontrei um site “sueco” onde podemos brincar com as línguas: Inglês, Francês, Castelhano e Alemão. Através de um jogo podemos ir “decorando um espaço” seguindo as indicações do decorador. Através de um jogo gráfico interactivo podemos fazer aprendizagens nas diferentes línguas (acho que é para iniciantes).
Este é apenas um exemplo de como nós educadores “nos podemos aproveitar da internet”. Ver em http://www.ur.se/sprk/
Google Académico
junho 5, 2010 em Educação por admin
O que é o Google Académico?
O Google Académico oferece uma forma simples de pesquisar literatura erudita de uma forma vasta. A partir de um local, pode pesquisar inúmeras disciplinas e fontes: ensaios analisados pelos pares, teses, livros, resumos e artigos, de editores académicos, sociedades profissionais, arquivos de publicações preliminares, universidades e outras organizações eruditas. O Google Académico ajuda-o a identificar a pesquisa mais relevante em todo o mundo de pesquisa erudita.
Funcionalidades do Google Académico
* Pesquisar diversas fontes a partir de um único local conveniente
* Localizar ensaios, resumos e citações
* Localizar a totalidade de um ensaio através da sua biblioteca ou na Internet
* Saber mais sobre ensaios chave em qualquer área de investigação
De que forma os artigos são classificados?
O Google Académico pretende ordenar artigos da mesma forma que os investigadores o fazem, tomando em consideração o texto integral de cada artigo, o autor, a publicação em que o artigo é apresentado e a frequência com que o documento foi citado noutras obras eruditas. Os resultados mais relevantes serão sempre apresentados na primeira página.
Bibliotecários – Ajudem os subscritores a descobrir os recursos das vossas bibliotecas -
O Google Académico pode ajudar os subscritores a utilizar os recursos disponibilizados pela sua biblioteca. Oferecemos duas soluções para ajudar os visitantes das bibliotecas a localizar literatura erudita nos seus recursos electrónicos e impressos. Saiba de que forma a sua biblioteca pode participar.
Publicação de artigos em blogs
junho 3, 2010 em Educação, Software por admin
Nos widgets que se seguem apresento um texto de algumas regras de publicação de um artigo (1ª apresentação). De seguida apresento um artigo sobre a aplicação dos blogues na educação.
Boas leituras
Como Publicar Artigos No Blogue
Standards de excelência para professores bibliotecários
maio 25, 2010 em Educação por admin
A ASLA – Australian Library and Information Association, promoveu um artigo sobre os skills, conhecimentos e compromissos necessários para que um professor bibliotecário apresente níveis de excelência no desempenho da sua actividade. Claro que temos que saber diferenciar mentalidades e formas de ensino mas o documento adapta-se ao sistema de ensino português.
ver documento no seguinte link
II Conferência da Associação da Comunidade Educativa de Aveiro – Quadros Interactivos Multimédia em Educação
maio 4, 2010 em Notícias por admin
A ACEAV Associação da Comunidade Educativa de Aveiro vai promover a sua II Conferência com o Tema Quadros Interactivos Multimédia em Educação” . Após um ano em que a maioria das escolas portuguesas foi apetrechada com quadros interactivos e foi feita formação a cerca de 1000 professores a nível nacional, esta conferência pretende evidenciar as experiências de carácter pedagógico que melhor têm servido/ possam servir os interesses e necessidades de alunos, professores e outros agentes educativos. Pretende ainda dar a conhecer algumas tecnologias e discutir a pertinência da sua utilização em contextos de ensino – aprendizagem.
Destinatários: Professores e Coordenadores PTE
